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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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NIMBUS ECO: O PAPEL HIGIÉNICO ECOLÓGICO FEITO DE BAMBU E AÇÚCAR DE CANA

Mäyjo, 11.03.17

papel-higienico

Recentes estatísticas indicam que em média, cada norte-americano utiliza 23,6 rolos de papel higiénico por ano, o que resulta em graves perigos e danos para o ambiente. Agora imagine a quantidade de árvores que são necessárias para fabricar papel higiénico para toda a população mundial.

 

Tal como as lâmpadas incandescentes estão a ser progressivamente substituídas pelas lâmpadas economizadoras, também o papel higiénico feito à custa das árvores deveria ser substituído por uma alternativa mais sustentável. É exactamente esta alternativa mais ecológica que o Nimbus Eco propõe.

Nimbus Eco é uma marca que fabrica vários produtos de papel. Um deles é o papel higiénico produzido a partir de bambu e açúcar de cana, que foi apresentado na edição deste ano do festival de música Coachella, na Califórnia. Mark Samuels e Josh Askin, os fundadores da marca, passaram meses a testar várias formas alternativas ao papel produzido a partir das árvores, até que chegaram à combinação de bambu com açúcar de cana. O bambu confere resistência ao papel e o açúcar suavidade. Adicionalmente, o bambu é uma das plantas que cresce mais rápido e o açúcar de cana é um bioproduto que resulta da extracção do açúcar das canas.

Tanto o bambu como o açúcar de cana utilizados são cultivados manualmente para ajudar a reduzir as emissões de dióxido de carbono. A marca disponibiliza embalagem de três tamanhos, tanto par uso doméstico como para uso em espaços públicos.

Segundo os criadores da marca, se cada habitante dos Estados Unidos substituísse apenas um rolo de papel convencional por um Nimbus Eco era possível salvar cerca de 470 mil árvores por ano. A marca oferece ainda outros produtos ecológicos de papel, como guardanapos, toalhas de mão e pratos de papel.

Foto: via Creative Commons 

 

 

A ponte infinita

Mäyjo, 07.01.17

ponte_aDINAMARCA: UMA PONTE QUE NÃO VAI A LADO NENHUM 

 

Uma passagem verde de escritórios

Mäyjo, 02.01.17

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PASSAGEM VERDE SUSPENSA LIGA DOIS ESCRITÓRIOS NA POLÓNIA

O atelier polaco Zalewski acredita que o isolamento da natureza, luz do sol e ar puro pode transformar a vida de um escritório citadino numa rotina de depressão e cansaço e, por isso, idealizou um conceito que pretende resolver parte do problema: uma passagem verde e estreita que liga dois escritórios no mesmo edifício, permitindo aos trabalhadores darem um passeio relaxante.

 

O design encontra-se suspenso sobre uma terraço interior e, por isso, encontra-se suportado em todos os seus lados. A passagem é muito estreita – 80 centímetros – para não retirar sol ao quinta que se encontra por baixo, minimizando a estrutura.

A passagem poderá ser difícil de implementar, devido a licenças de construção mas, caso seja possível, ela será certamente bem-vinda por parte dos trabalhadores dos escritórios envolventes.

Uma casa ecológica em 3D

Mäyjo, 11.12.16

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Parece uma casa pré-fabricada mas, na verdade, ela resulta da tecnologia de impressão 3D reforçada com fibra de cimento. São fabricadas na China, mas por incrível que pareça, são amigas do ambiente.

 

A empresa responsável pela sua construção é a Winsun, uma firma que opera em Suzhou e que conseguiu, num só dia, fabricar 10 habitações. Com um custo de produção de cerca €3.470, elas são montadas em poucas horas e amigas do ambiente.

A impressora 3D cria uma estrutura interligada aberta, que provavelmente será leve e resistente – pouco ainda se sabe sobre estas casas. Posteriormente, as camadas da estrutura são interligadas e formam a estrutura final, que possui isolamento. Os moldes são feitos no software AutoCAD e enviados posteriormente para a impressora.

No processo de impressão são utilizados materiais de construção que são reciclados e incorporados na impressora para perfazer as habitações, com cerca de 200 metros quadrados.

 

E se os carros desaparecessem da superfície?

Mäyjo, 10.12.16

plp-architecture

Não se trata da supressão de carros, mas apenas de um desvio para uns quantos metros abaixo do nível do solo. As passagens subterrâneas já existem, mas e se elas substituíssem todas as estradas que existem à superfície?

 

A hipótese ainda é académica, mas está a entusiasmar engenheiros e arquitectos paisagistas. Sem carros à superfície as cidades seriam locais mais aprazíveis e o conceito de “cidades para as pessoas”, tão em voga, poderia aplicar-se a 100%.

O gabinete de arquitectura PLP Architecture já desenvolveu uma proposta pronta para ser aplicada por um município que se apaixone pela solução e decida arriscar. Chamou-lhe CarTube Project e prevê a criação de uma rede de passagens subterrâneas para carros elétricos dotadas de mecanismos que permitem aos veículos mudar de direcção em segurança.

Citado pelo  Architects’ Journal, o CarTube Project é considerado “the next best thing” e uma solução que vai revolucionar as cidades existentes e permitir novos modelos urbanísticos.

Foto: PLP Architecture